Uma vez que a mulher optou por abortar, não tem de se respeitar a sua decisão?

Se alguém vem ter connosco dizendo que se quer suicidar, podemos adoptar duas atitudes. Uma delas consiste em ajudá-lo a executar essa decisão. A segunda consiste em tentar perceber os problemas que o empurram para o suicídio, e ajudá-lo a resolvê-los, dissuadindo-o, assim, de se matar. O mesmo sucede face à decisão de praticar um aborto. Como unanimemente se reconhece, o suicídio e o aborto (bem como a eutanásia) têm um aspecto em comum: é que são sempre um fracasso. Ora bem, devem empregar-se todos os esforços para evitar um fracasso.

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