O corpo disponível

Será que o nosso ordenamento jurídico tende a acolher uma concepção de corpo que o considera "uma coisa"?

Podem citar-se exemplos que demostrem que o corpo é tratado como um objecto?

Que consequências acarreta que se ponha em causa a indisponibilidade do corpo?

A liberalização do aborto não será consequência de uma nova percepção do corpo humano?

Não se correrá o risco de rapidamente vir a considerar o corpo uma coisa como outra qualquer?

Mas não houve reticências das empresas farmacêuticas às investigações sobre produtos contraceptivos?

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