Não será excessivo falar de guerra a propósito do aborto?

As guerras tradicionais matam os homens em vista da conquista de territórios, da aquisição de vantagens diversas, da protecção de interesses, de assegurar a livre circulação, do acesso a recursos, etc.

Com a liberalização do aborto, a supressão da criança não nascida é apresentada como a condição para que outros homens vivam e sejam felizes. Mata-se, e faz-se que a lei diga que é justo matar, porque é assim que cada um faz prevalecer o seu direito. Aqui o homem é visto como o obstáculo por excelência à felicidade do homem. É por isso que esta guerra é mais cruel que qualquer outra, e portanto mais mortífera. É a maior guerra da história, e a mais injusta. Como é que a sociedade humana poderá sair incólume de uma tal carnificina?

choucho.gif (5183 octets)

blint.gif (141 octets) Voltar na página "As organizações internacionais".

blint.gif (141 octets) Voltar na página "Índice geral".