Os Neothaumas
Familia: Viviparidae
Espécie: Neothauma tanganyicense
Origem: África, endémico do lago Tanganyika
Tamanho: 4 cm
Respiração: aquática, por guelras
Temperatura: 20 à 30°C
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| Juvenil, 1 mm. | Adulto, 3 cm. | Juvenil, 2 mm. | As algas crescem na concha dos juvenis. |
Utilidade: A priori nenhuma se elas estiverem vivas, exceto a decoração vantajosa de um aquário regional.
As Neothaumas têm um modo de alimentação bastante interessante, os juvenis movem-se muito e consomeme de preferência as algas e os restos de comida - um complemento de spirulina é necessário para que fiquem vivos. Os juvenis assemelham-se à melanoides mas não se enterram como eles. Uma maneira de os distinguir é a presença de algas na concha das Neothaumas. Como elas não se enterram, as algas desenvolvem-se sobre a concha. Os adultos não se alimentam da mesma maneira, movem-se pouco e parece que filtram a água à maneira dos mexilhões. E muito difícil guardar os adultos, sua boa saúde dependendo não só da qualidade da água mas também da quantidade de plancton que encontrarão nela - uma aposta difícil de ganhar.
No entanto a concha vazia é o refugio predilecto para não dizer a "casa" de numerosas espécies de peixes. Diversas variedades de neolamprologus, lamprologus e outros cilcideos do lago as escolhem como domicilio, servindo-se delas como refúgio em caso de perigo e como suporte para desovar.

Sem esquecer que se eles não dispõem deste abrigo; esses peixes podem morrer. Na maioria dos casos, eles recusrão reproduzir-se. Estas conchas vazias podem ser substituidas por conchas vazias de "Escargot de Bourgogne" (ver a página sobre a 'Utilidade dos Caracois Aquáticos"), se bem que o purista preferirá neothaumas para os seu aquário regional "Tanganyika".